Sai de cena o verão, estação tradicional de férias e lazer, e entra nas Serras de Montemuro, Arada e Gralheira a estação mágica do outono. Invade este território com a magia das cores, das folhas secas, do nevoeiro matinal e da brisa fresca que pede agasalho e lareira acesa.
É a floresta das Montanhas Mágicas que nos fornece uma paleta inesgotável de cores e de paisagens deslumbrantes, contendo em si inúmeras componentes, que permite a muitos algum rendimento, proveniente da exploração da fileira florestal. O artigo assinado pela Associação Florestal de entre Douro e Vouga dá-nos a conhecer a qualidade e a diversidade da floresta destas serras, valor incontornável desta região.
Este território, encerra em si, para além da floresta, um conjunto de espaços de raras qualidades naturais como é o caso do Vale do Rio Bestança, cuja beleza se desvenda, um pouco mais, neste número da revista. No entanto, apenas as pessoas que percorrem os trilhos deste vale encantado e fazem uma passagem obrigatória por algumas das aldeias de montanha, poderão algum dia testemunhar sobre as riquezas naturais, patrimoniais e paisagísticas de um território que se afirma cada vez mais no cenário turístico regional e nacional.
Em tempos de crise e austeridade, faz todo o sentido o slogan utilizado pelo Turismo de Portugal que faz o apelo “vamos para fora cá dentro”, permitindo assim, a quem faz férias em Portugal, conhecer a qualidade turística do território nacional, e certamente poderei para frasear também o slogan da TAP, pois nas Montanhas Mágicas vamos recebê-los “de braços abertos”.
Até breve e felizes viagens pelas Montanhas Mágicas.
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